Vereadora Lene Petecão destaca Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

por Victor Augusto Farias publicado 04/12/2019 08h12, última modificação 04/12/2019 08h12

A vereadora Lene Petecão (PSD) destacou sobre o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, comemorado em três de dezembro. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1992, com o objetivo principal de conscientizar a população a respeito da importância de assegurar uma melhor qualidade de vida a todos os deficientes ao redor do planeta.

Na oportunidade, a parlamentar defendeu que a Câmara esteja atenta para sugerir avanços na legislação e impedir que se tenha algum retrocesso aconteçam. “Não podemos admitir, em hipótese alguma, qualquer recuo em qualquer área, temos que avançar. É a questão de medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia, tratamento odontológico, acesso ao trabalho, acessibilidade — quanta dificuldade ainda com ruas, calçadas —, tecnologias assistidas que te falam para facilitar a vida da pessoa com deficiência”, ressaltou.

Para Lene, a inclusão só será plena quando a acessibilidade for fundamento em qualquer ambiente público. “Como vereadora já fiz várias defesas em prol das pessoas com deficiência: já cobrei a acessibilidade aqui neste parlamento, incitei debates para captar as principais demandas da população. Não se pode falar em inclusão sem debater profundamente sobre acessibilidade”, disse a vereadora citando ainda o seminário sobre Mobilidade Urbana.

“Foi um debate muito bom, pena que atores importantes dentro dessa discussão não estiveram presentes no seminário, principalmente os donos das empresas de ônibus. Se estivessem por lá teriam ouvido as reclamações acerca do serviço ofertado e chegado a conclusão de que não contribuem com a mobilidade urbana, com a acessibilidade”, falou Petecão.

Na oportunidade, ela relatou que uma de suas convidadas não conseguiu participar do seminário porque a plataforma do ônibus não funcionou. “Além ficar esperando mais de uma hora na parada de ônibus, essa convidada não conseguiu nem embarcar porque a plataforma do ônibus não funcionou. O motorista ainda a proibiu de filmar. Ela ficou largada lá. E no debate, onde estavam esses empresários? Ninguém apareceu. Eles não se importam, não estão nem aí”, disse.

Por fim, Lene falou que tem intenção de participar do Fórum Permanente, criado a partir do seminário, para debater uma cidade cuja mobilidade atenda as necessidades da população. “Faço questão de integrar esse Fórum. Repito: pensar na cidade de Rio Branco do futuro é colocar em pauta a acessibilidade das pessoas com deficiência”.

 

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