CPI do Transporte Público inicia os trabalhos nesta terça-feira na Câmara de Rio Branco.

por Lumarques — publicado 21/09/2021 14h30, última modificação 21/09/2021 14h30

Os membros da CPI do transporte coletivo, Michelle Melo, Fábio Araújo e Adailton Cruz (PSB), convocaram uma entrevista coletiva na manhã desta terça-feira com objetivo de informar à população quais serão os primeiros passos do início dos trabalhos da CPI, que terá a primeira reunião às 14h30 desta terça-feira, na Câmara de Rio Branco.

A Presidente da Comissão, vereadora Michelle Melo (PDT) informou que já houve reunião preparatória com todos os membros da CPI, onde foi decido que um dos  pontos primordiais seria a transparência de todo andamento das reuniões.

“Nós queremos é dar transparência para os andamentos da CPI, por isso quero convidar todos vocês, a população em geral para acompanhar a primeira reunião da comissão que acontece a partir de hoje às 14h30 e será realizada toda terça-feira e transmitida pelo Canal Oficial da Câmara, no Youtube, isso é para gente garantir que não e uma CPI minha nem do Fábio, nem do Adailton e sim para garantir os direitos da população,  pois a questão do transporte público não pode ficar do jeito que está”, disse a vereadora.

Questionada sobre a paralisação dos trabalhadores do transporte, Michelle Melo afirmou que a Comissão deve ouvir os trabalhadores, usuários do serviço, os antigos gestores que vivenciaram a situação do transporte coletivo, empresas de ônibus e o Sindicol.

Quanto a aporte de 2,4 milhões, a vereadora afirmou que não acredita que essa seja a melhor solução para o momento.

“Estamos procurando de fato qual é o rumo para solucionar e nós não acreditamos que nesse momento de pandemia a melhor solução seja entregar milhões para um sistema deficitário”   

O vice-presidente da CPI, Fábio Araújo (PDT), afirmou que a comissão pedirá todas as minutas de contrato da concessão pública e quer saber qual foi o motivo alegado para a renovação desses contratos em 2014.

“De início, estamos pedindo cópias de todos os processos desde a primeira concessão que aconteceu em 2004 para que a gente tenha conhecimento e de fato entenda o que aconteceu nesses anos todos. Do primeiro termo aditivo e do segundo para saber o real fato do por quê desses contratos foram aditivados, esse contrato com tantos problemas e falhas fiscais e com empresas em recuperação judicial”, salientou.