‘Bandidos continuam atacando o transporte coletivo', afirma vereador João Marcos Luz

por Victor Augusto Farias publicado 11/09/2019 15h34, última modificação 11/09/2019 15h34

O vereador João Marcos Luz (MDB) utilizou a tribuna da Câmara Municipal nesta quarta-feira, 11 de setembro, para cobrar, mais uma vez, o Poder Público Estadual e Municipal em relação às ações para garantir a segurança dos trabalhadores e usuários do transporte coletivo de Rio Branco. O emedebista lamentou que assaltos ainda sejam frequentes dentro dos ônibus.

 

"Venho à tribuna para denunciar que bandidos, vagabundos, continuam assaltando o transporte, perseguindo os trabalhadores que transportam diariamente os usuários que utilizam o serviço para ir ao trabalho, escola, entre outros destinos. Esses vagabundos seguem atacando e atingindo as pessoas que mais precisam do transporte público para se deslocar. Já cobramos o Estado e a Prefeitura, já fizemos reunião com o vice-governador, e com o sindicato. Houve sim uma ação naquele momento, porém durou poucos dias. Lamentavelmente o Governo do Estado cansou, e a Prefeitura segue sem agir. O Poder Público esqueceu, mas venho em nome do trabalhador para lembrar que é necessário protegê-lo e proteger o usuário", declarou.

 

No decorrer do discurso, Luz questionou o líder da Prefeita na Casa Legislativa sobre quando Rio Branco terá 100% da bilhetagem eletrônica visando exatamente combater os assaltos.

 

 

"São 70 mil pessoas que o transporte coletivo transporta todos os dias. Os bandidos estão levando essas pessoas à estrada e escuridão para roubá-las. As pessoas estão passando por humilhação porque o Poder Público não age. A Prefeitura não pode ficar calada. Tem que agir também. Pergunto ao vereador Rodrigo: quando a Prefeitura vai tirar o dinheiro do ônibus? Quando a bilhetagem será 100% eletrônica? Quero aqui cobrar, mais uma vez, do Governo e da Prefeitura, para que estas 70 mil pessoas andem com tranquilidade, e para que o trabalhador do transporte coletivo tenha paz durante o seu trabalho. A insegurança é grande. Temos que proteger quem precisa do transporte coletivo", concluiu

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